sexta-feira, 1 de julho de 2011

vida.


vida. que se pode dizer dela? é um caminho com várias saídas, boas para uns, más para outros. é interpretada tanto do ponto de vista do destino, como do ponto de vista do livre arbítrio. tem razão de ser… ou nem por isso. é apenas um estágio da existência, ou toda ela. é a união entre o corpo e a alma, ou apenas aparece sob o efeito de uma bala. há quem sofra, há quem seja feliz. há quem seja forte, há quem nade num mar de rosas. há quem esteja preparado para o futuro, e há quem para qual este é um grande furo. há quem ame, há quem não ame. simples assim. somos humanos, todos erramos, e todos temos os nossos momentos de certeza. todos passamos por fases difíceis, todos choramos, ou não. ou descobrimos que podemos enfiar todas essas mágoas numa caixa pequena e trancá-la nas profundezas mais inalcançáveis do nosso ser. há quem o faça, há quem não. há quem esqueça, há quem prefira não recordar mais. há quem o remoa todos os dias, há quem guarde rancor para remoer mais tarde. mas e no que isto vai dar? afinal, não importa a velocidade com a qual nos afundamos, mas sim a rapidez com a qual nos reerguemos, certo? é a vida.

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